A minha vida de corno

A minha vida de corno

A minha vida de corno:

Para aqueles que leram meus relatos, estão cientes de todos os pormenores do que me ocorreu. Para aqueles que não os leram, este texto é distinto, já que não se trata de um capítulo dessa história, mas sim do contexto da escolha de relacionamento que fiz com minha esposa.

Sou um indivíduo comum, típico trabalhador de metrópole e funcionário de multinacional, o que implica uma vida mais ou menos ordenada, muito trânsito, estresse, pouco tempo, várias viagens e sexo ocasional. Ter sexo esporádico não implica não ter mais desejo ou falta de libido, mas sim não estabelecer horários e celebrar quando funciona, considerando tudo o que já disse. No meu caso, isso implica em me masturbar bastante, pois o desejo surge e você sabe que só daqui a muito tempo será possível fazer de outra maneira.

Pois é, nesse emaranhado de coisas, comecei a fantasiar em ver minha mulher com outra pessoa, saber que ela estava sendo usada por outro, como se eu estivesse vendo um filme pornô com uma personagem conhecida. Isso foi um desejo secreto meu e que em raros momentos cheguei perto de falar. No maximo perguntava sobre os ex dela, mas não ia adiante.

Por minha distância, fogo acumulado e sei lá mais o quê, mal sabia eu que enquanto eu fantasiava, minha mulher já estava lá sendo comida. Saiu para jantar um dia com um “conhecido do falecido orkut” e voltou para casa com uma vontade insaciavel de dar.

Eu continuava imaginando e lendo sobre o tema secretamente, quando ela foi jantar novamente fora e acabou jantada. Seguiram-se outros encontros, sei inclusive que ela deu no carro, sentada no colo dele, em uma rua escura… Que em outro pequeno encontro fez oral no caminho de volta e entrou em para casa com o gostinho na boca. Eu não sabia de nada ainda…

Por um certo sentimento de culpa, um dia ela me contou tudo o que vinha fazendo. E olha que ela já fazia tempo, mas viviamos em mundos paralelos de desejos e sem interação. Apesar de um choque instantâneo, as coisas se acertaram e pudemos ter sexo menos burocrático e agendado. Pudemos compartilhar desse novo momento de nossas vidas porque sem querer tudo se encaixou.

Ela começou a sair com meu consentimento, começamos a conversar sobre o tema nos momentos quentes e a situação evoluiu. Não é uma constante, não tem hora marcada, mas acontece e aproveitamos o momento.

Agora que tenho meu cinto de castidade, tenho que me comportar, e às vezes até me apetece mais! Em contrapartida, ela ganhou um namorado, que a come sem calcinha e a goza quando chega em casa. Sinto-me extremamente excitado, até mesmo tendo que frequentemente usar camisinha para comê-la, o que me rebaixa na hierarquia dos machos.

E você sabe de algo?! Todos os dias, ao acordar, sinto um desejo incontrolável de me masturbar, pensando nas mesmas ideias que já tinha antes, com o mesmo desejo… Fico contente ao saber dos momentos em que ela andava com a perna aberta, gemendo alto e deliciosamente, conforme ela mesma descreve…

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