Jogos Doentios
Jogos Doentios: Mais uma noite em que ela despertou de madrugada aterrorizada, atormentada por seus pesadelos, medos e desejos. Três meses já se passaram e, apesar de realizar diversas análises e passar por tratamentos psiquiátricos, ela não conseguiu afastar de sua memória todos os fantasmas que a assombravam, pois dentro dela ainda existia todo o medo que resultou daquele horrendo estupro.
Onde foi violentada por mais de duas horas por três criminosos notórios, que a abusaram de todas as maneiras possíveis em um crime horrendo e cruel.
Há dez anos casado, pai de três filhos e uma dedicada dona de casa.
Marli, desperta no meio da noite, olhava para o marido Valdir, que dormia ao seu lado, indiferente à sua dor, já que ele se afastara dela após o incidente.
Com a convicção de que sua vida nunca mais seria a mesma, ele se levantou, dirigiu-se ao quarto para ver as crianças, depois à cozinha para beber água, sentou-se em uma cadeira após apagar as luzes e acender um cigarro então, ele dirigiu as mãos para o seu órgão sexual, introduzindo dois dedos na sua região íntima, que estava pingando sua seiva, chegando a escorrer pelas pernas.
Ela soltou um gemido sufocado e começou uma masturbação intensa, imaginando-se à mercê daqueles homens que a violaram, proporcionando-lhe um prazer insano nunca antes experimentado.
Coisas que ficaram gravadas em suas memórias, mas que ela jamais compartilharia com seus psicólogos, pois se sentia envergonhada por ter experimentado tudo o que vivenciara. Os momentos ficaram gravados em sua mente como os mais sublimes e perenes momentos de prazer que ela já vivenciou em toda a sua existência.
Aquele local era um deposito de carcaças de carros roubados e ficava num atalho do caminho que ela percorria todos os dias para levar as crianças na escola. Naquela manhã ela voltava após os deixar os filhos quando foi abordada e praticamente arrastada ate aquele local .
Lutou ferozmente com seus algozes ingloriamente ate praticamente extenuada sem forças implorar para não fazerem nada com ela.
Mas eles já a tinham despido e mãos e bocas percorriam seu corpo com volúpia arrancando dela protestos pelas caricias forçadas que a submetiam, deu um grito de dor ao sentir a invasão daquele membro dentro dela abruptamente sem nenhuma preparação tentou lutar esperneou com as forças que lhe restava mas foi subjugada sobre um enferrujado capo de um carro. por mãos vigorosas que a imobilizaram recebeu dois ou três tapas no rosto arfando chorosa sentiu as estocadas dentro dela como um ferro em brasa a invadindo .
aos poucos foi perdendo os sentidos ate desfalecer por alguns momentos.ao perceber que ela não mais lutava eles não mais a seguravam e sim procuravam acariciar seu corpo espalmando seus seios lambendo e chupando seus mamilos torcendo-os ,quando o segundo foi por cima dela a penetração não foi tão dolorida pois sua vulva estava lubrificada pelo esperma que ficara depositado dentro dela.
Marli mantinha os olhos fechados, inerte, aceitando a invasão sem reagir. Mal ele ejaculou, outro se aproximou, este era o mais forte de todos, mesmo já tendo sido usado pelos dois anteriormente. Ela sentiu a verga firme penetrar sua buceta, deslizando pelas paredes do seu canal vaginal.
Marli, sem perceber, envolveu-o com as pernas, pressionando-o contra seu corpo. Ele rebolava a cada estocada, balançava a cabeça para os lados, chorava e gemia, mas era um gemido luxurioso de alguém que experimentava prazer na relação sexual. Gozos intensos e profundos percorriam seu corpo.
Sentiu um orgasmo prolongado e luxurioso que a fez rebolar com estertores como uma epiléptica, pedindo ao macho que acelerasse os movimentos dentro dela, gritando para que ele fosse mais fundo e rápido.
Os três homens, incrédulos, perceberam que ela estava aberta à curra. A excitação tomou conta de todos, fazendo-os parecerem animais em cio, mordendo-se, arranhando-se e emitindo grunhidos semelhantes aos de cães em cio. Eles montaram um nicho com um banco traseiro onde ela foi deitada simultaneamente. O cheiro de sexo invadiu as marinas dos machos como se fosse o cheiro de sua própria carne excitando, a buceta dela se contraia abrindo e fechando e seus fluidos escorriam formando borbulhas sobre seu intumescido grelo .
Alucinada ela correspondia gritando impropérios palavras de baixo calão que nunca ousara dizer eram proferidas pela sua boca e logo seus lábios sugavam com deleito um caralho tendo outro dentro de sua buceta . deitada sobre o macho Marli empinou a bunda gemeu num misto de dor e prazer ao ser penetrada pela primeira vez na vida no anus e comandou os movimentos rebolando nas duas picas que ocupavam seus buracos. Por duas horas ela teve seus mais intensos orgasmos sendo penetrada de todas as maneiras possíveis e imagináveis, até mesmo palpitou escolhendo as posições para ser penetrada delirou de prazer quando sentou no cassete engolindo ele todo pelo agora arrombado rabo enquanto ajoelhado a sua frente outro penetrava sua buceta enquanto o terceiro estocava sua boca metendo fundo indo na sua garganta.
engasgada ela tinha ânsias e chorava copiosamente num misto de loucura e prazer completamente insana deixando uma baba pegajosa gosmenta escorrer pelo seu queixo pingando nos seus peitos.
até que exausta, foi deixada para trás com marcas por todo o corpo, em estado deplorável, às margens da estrada onde foi encontrada.
. Vários dias hospitalizada para se recuperar das atrocidades sofridas pelo seu corpo e três meses depois, Marli refeita, sem marcas? Tinha apenas um desejo em sua mente: repetir tudo aquilo de novo.
Este é um relato sobre um acontecimento isolado, deixando evidente que repudiamos o estrupo.