Na Praia com Júlia – 5

Na Praia com Júlia – 5

Na Praia com Júlia – 5:

Eu e Júlia temos visões distintas de como aproveitar uma praia. Por exemplo, eu aprecio o momento tomando uma cerveja fresca, me bronzeando com protetor solar para acentuar minhas marcas de sol e apreciando a paisagem, a tranquilidade. Quanto a ela… Parece existir um espírito infantil de uma criança de 5 anos que só deseja estar no mar.

Vivemos em uma região com várias praias, algumas das quais ainda não conheci, mas optamos por uma ilha próxima para evitar o risco de encontrar alguém conhecido. Ela não quis, e eu assenti.

Deixamos nossas coisas em um hotel e, ao chegarmos à praia, pedimos uma cerveja e começamos a nos bronzear. Deitei-me de costas e ela começou a explorar cada centímetro do meu corpo, deslizando suas mãos sobre ele. Virei-me de novo, agora ela sentada ao meu lado, aplicando o excesso no meu colo (abaixo do pescoço, onde já havia passado anteriormente), e eu conseguia identificar o rosto que queria me provocar, mordendo a língua de lado enquanto sorria.

Não pude deixar de dizer: – Nem parece a mesma pessoa que outro dia estava me negando um beijo porque era hétero. Agora está aqui, dando a vida pra me seduzir. Juh riu, meio sem graça e perguntou: – Por que você é assim? e foi saindo; puxei-a para mim, rindo também e respondi antes de beija-la: – Porque você gosta.

E aí começou a inquietação, um fato sobre Juju, ela é filha única, tudo tem que ser na hora que ela quer, mimada. Na maior parte do tempo, não me importo, acho cômico kkkkkkk

– Amor, vamos para a água?

– Não, amor, quando a gente estiver perto de ir embora eu entro, estou precisando pegar uma cor

– Mas Lore, vai demorar muito!

– Você pode entrar, e eu fico daqui contemplando a cena

– Não vai ter graça nenhuma

– Vai amor, depois eu vou

E completamente contrariada, ela foi… Eu tinha razão, que cena linda de se observar, aquele bumbum com o biquíni enterrado deixava todo o horizonte desfocado. Puta que pariu, que mulher gostosa!

Pouco tempo depois, ela voltou com o cabelo todo molhado, a pele estava avermelhada e eu me dei conta de que aquela maluca não havia passado protetor solar. Dessa vez ela deitou emburradinha, longe de mim, na cadeira dela. Toda xoxa, capenga, manca… Eu fiquei sentida, gosto de ver ela bravinha mas triste não. Não tinha levado ela pra passar o dia assim. Fui até Juh, enfiei meu rosto próximo ao seu ouvido e perguntei: – O que aconteceu, minha gatinha?

– Você não quer ficar comigo

– E o que eu tô fazendo aqui?

– Eu queria ficar contigo no mar, porque é um lugar que eu gosto muito e queria estar com alguém que gosto muito

– Você ainda quer ir?

Ela saltou me segurando pela mão e eu a puxei de volta porque ela já estava parecendo um camarão nadando no dendê, precisava passar um protetor solar urgente.

No caminho para o mar eu só conseguia pensar que ia passar o resto do dia me sentindo desconfortável, até que olhei para o lado e… Aluguel de Jet. Aaaaah, ia ser bem divertido.

– Quer? Perguntei

– Sim! Respondeu animada – Mas será que alugam para quem não tem habilitação?

— Tenho certeza que sim, mas não vamos precisar disso, eu tenho habilitação

E depois de rodar de um lado para o outro com ela colada em mim, trocamos de lugar e notamos que ela era péssima pilotando kkkkkkkk

Passei a mão por baixo do biquíni apertando e ela gritou

-LORENA, PARA, EU JÁ ESTOU NERVOSA

– Mas eu achei que isso aqui te relaxava, bebê – falei sarcasticamente

– Amor, eu não quero cair, PARA!

– Vamos encostar ali, dá para prender o jet

Apertei com mais força, dessa vez ela gemeu gostosinho e foi para onde eu tinha dito.

Encostei ela em uma pedra enorme, dei uma mordida bem forte em uma banda da bunda, Juh queria gritar mas abafou com suas próprias mãos, apesar de estarmos longe de qualquer pessoa ou coisa, ela não queria fazer barulho. Eu não estava ligando muito, dei um tapão na outra banda, deixando a marca certinha da minha mão.

Ela virou pra mim com um olhar de curiosidade, acho que estava se perguntando onde eu queria chegar, abaixei segurando aquele bundão, afastando o biquíni e linguando todo o cuzinho dela.

Eu estava com um fogo descomunal, derretendo por baixo do biquíni, coloquei minha cabeça entre suas pernas comecei a chupar com força, enquanto dedilhava o buraquinho virgem dela, que estava todo lambuzado da minha saliva. Fui inserindo meu dedo indicador e fazendo um oral com mais força. O corpo dela pesou sobre meu rosto e eu comecei a movimentar meu dedo, ela gemia agora sem pudor nenhum

– Aaaaahhhhh, mais forte, mais forte

E eu coloquei mais um, mais dois movimentando freneticamente até que a respiração dela foi aumentando, pressionava meu rosto ao seu encontro. Eu sabia o que estava por vir, cravei meus dedos e minha língua ao mesmo tempo e Júlia desabou no meu colo, sem força alguma nas pernas.

Ficamos assim um tempo, eu também precisava me recuperar. Eu gosto de gozar sendo estimulada, mas um orgasmo sem ser tocada, não tem preço.

– Acho que você já fez de tudo comigo… disse ela depois de um tempo

Eu apenas continuei fazendo carinho nela, esperando ela terminar seu raciocínio

– Eu sou toda sua…

– Só minha… Eu te amo, sabia?

Ela me olhou assustada e sorrindo ao mesmo tempo e falou: – eu estava prestes a dizer isso. Eu também te amo!

E selamos esse lindo momento com um beijo em um belíssimo pôr do sol.

Enquanto nos preparávamos para devolver o jet de volta ao hotel (o plano inicial era partir no mesmo dia, porém, ao ver a habilidade dela ao volante, optei por postergar e ela concordou), comecei a registrar os danos: 1- mordidas suaves nos seios, 2- mordidas moderadas no pescoço, 3- mordidas vigorosas na bunda, 4- marcas de tapa…

– Acredito que nos divertimos muito – eu disse.

– O que temos aqui? Questionou repentinamente.

– Bem, nós ficamos, não é mesmo? Eu acho que eu sinto que Eu acho

– Mas podemos nos relacionar com outros indivíduos?

Assustei-me – Quer conhecer outras pessoas????

Rapidamente, ao perceber o que havia dito, afirmou: – Não, não, não.

Ah, cara, não consigo pensar em algo mais elaborado.

– Você tem interesse em namorar comigo?

Ela encarou o chão e afirmou: Eu desejo, mas… Você consegue, dessa maneira?

Eu soltei um riso para relaxar: – Dentro do armário?

Ela deu uma gargalhada e apenas concordou com a cabeça, como se sentisse constrangida pela situação.

– Eu conseguiria até gritar agora que você é hétero após tudo isso. Mas gostaria de saber se, ao longo do tempo, conversaremos sobre assumir?

– Com calma, não é mesmo?

– Sim, minha gata, no seu momento.

Finalmente, ela confirmou!

– É necessário possuir um anel? Ela perguntou.

Eu já tenho o seu, disse, dando um tapa na bunda dela e rindo.

Ela questionou, simulando indignação: – Por que você age dessa maneira?

E desta vez eu disse: – Porque você a ama, e a beijei!

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